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domingo, 15 de junho de 2008

Rali da Turquia - Final


E chegámos ao último dia do Rali da Turquia, um dia com apenas duas especiais de classificação. Muito pouco tempo para haver grandes alterações na tabela classificativa, pelo menos por boas razões, dado que os imprevistos podem sempre provocar alterações ignificativas.

Mas os imprevistos mostraram-se arredados deste último dia e a classificação acabou por não sofrer alterações. Latvala ainda teve um pequeno erro mas que não lhe custou demasiado tempo, e conseguiu manter a segunda posição atrás do seu chefe-de-fila. Sebastien Loeb ainda tentou roubar a liderança aos Ford mas o tempo disponível não foi suficiente tendo que se contentar com o terceiro lugar.

Sordo obteve o quarto lugar, atrás de Loeb, seguindo-se Hening e Petter Solberg que, após o segundo lugar na Grécia efectuou uma prova muito apagada. Assim sendo, as tabelas de pilotos e construtores encontram-se assim ordenadas:


  1. Hirvonen - 59 pontos

  2. Loeb - 56 pontos

  3. Latvala - 34 pontos

  4. Atkinson - 31 pontos

  5. Sordo - 30 pontos

  6. P. Solberg - 20 pontos

  7. Galli - 17 pontos

  8. H. Solberg - 16 pontos

  9. Wilson - 12 pontos

  10. Villagra - 8 pontos

  11. Aava - 6 pontos

  12. Duval - 5 pontos

  13. Rautenbach - 5 pontos

  14. Mikkelsen - 4 pontos

  15. Gardemeister - 2 pontos

  16. Cuoq - 2 pontos

  17. Clark - 1 ponto

  18. Andersson - 1 ponto

  19. Häninnen - 1 ponto

  20. Aigner - 1 ponto

  21. Ogier - 1 ponto



  1. Ford - 99 pontos

  2. Citröen - 90 pontos

  3. Subaru - 53 pontos

  4. Stobart - 41 pontos

  5. Munchies - 19 pontos

  6. Suzuki - 10 pontos


Segue-se agora um hiato de mais de um mês até à próxima prova, o impressionante Rali da Finlândia, que se disputa de 31 de Julho a 3 de Agosto.

sábado, 14 de junho de 2008

Rali da Turquia - Dia 2


O segundo dia da prova turca começava com Sebastien Loeb na frente, após mais uma jogada menos limpa da Ford que fez Hirvonen e Latvala atrasarem-se deliberadamente na sexta-feira para não sairem na frente para o segundo dia. Assim sendo, Loeb tinha, novamente, a ingrata tarefa de limpar a pista.

O francês da Citröen até nem começou mal de todo, dado que a primeira especial do dia era um troço que já tinha sido percorrido ontem e, portanto, não se encontrava muito sujo. Apesar de não ter feito o melhor tempo - isso coube a Hirvonen - Loeb manteve-se na frente mas apenas por 0,1 segundo. Na segunda especial a coisa mudou de figura. Hirvonen saltou para a liderança, seguido de Latvala e Galli o que significou a queda de Loeb para a quarta posição. O francês não se deu por vencido dizendo que estava a andar o mais depressa que podia e que à tarde ainda haveria muito pela frente. Quem já não passou desta esppecial foram os dois Suzuki. Per-Gunnar Andersson foi vitima de mais um impacto violento com uma rocha que, desta vez, calou de vez o propulsor do Suzuki. Gardemeister também foi vítima de problemas mecânicos.

Quem também teve razões de sobra de queixa da mecânica foi Galli. O italiano viu o Ford Focus perder rendimento, cortesia de problemas no turbo, e caiu para trás de Loeb na classificação geral. Galli continuou a perder tempo na especial seguinte, dado que não havia assistência onde pudesse reparar o Focus. O resultado foi a queda para a 8ª posição. Loeb também continuava a perder tempo para Hirvonen e Latvala que ocupavam as duas primeiras posições.

Os dois pilotos da Ford degladiavam-se entre si numa tentativa de, simultaneamente, lutarem pela 1ª posição e afastarem-se de Loeb. Na especial 15, a última "a sério" antes da super-especial que fechava este segundo dia de prova, a dúvida residia no facto de ver se a Ford recorreria de novo a tácticas menos limpas o que acabou por, desta feita, não se vir a concretizar. Hirvonen fez o melhor tempo, ex-aequo com Loeb, o que deixa no ar uma luta sem quartel amanhã pela liderança, com Loeb sedento de vingança com a jogada táctica da Ford ontem.

Assim, amanhã é Hirvonen quem sairá na frente, com 16,2 segundos de vantagem sobre Latvala e 34,3 sobre Loeb que, finalmente, não andará a limpar as pistas. Hening Solberg, Sordo, Petter Solberg, Wilson, Galli, Rautenbach e Villagra completam o top-ten.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Rali da Turquia - Dia 1


Iniciou-se hoje o Rali da Turquia, 8a prova do Mundial deste ano. A batalha entre Ford e Citröen já é habitual pelo que a curiosidade residia em ver do que é que os novos Subaru Impreza conseguirião fazer nesta prova algo semelhante ao rali grego, onde Solberg terminou em 2º.

As primeiras etapas, contudo, trouxeram ao de cima a supremacia da Citröen, se bem que não propriamente com o piloto que todos esperavam. Loeb, a partir na frente, tinha a grande desvatagem de ter que limpar a pista pelo que o francês começou, desde logo, a perder tempo. Foi um surpreendente Urmo Aava que obteve o tempo mais rápido na primeira especial. Mas os segundo e terceiro classificados na especial de abertura, especialmente o terceiro, foram algo surpreendentes, cabendo a Galli e Andreas Mikkelsen, respectivamente, as duas restantes posições do top-três, vantagem evidente de partirem mais atrás e, logo, já encontrarem a pista limpa. Quanto aos pilotos oficiais, Loeb era oitavo, Hirvonen quarto e Latvala vinha algo atrasado, consequência de um furo quando apenas tinha percorrido 10 kms da especial.

No entanto, a alegria de Aava seria de muito pouca duração. Logo na especial seguinte o piloto do C4 privado bateu numa pedra danificando irremediavelmente a suspensão dianteira direita, sendo forçado a abandonar. Também Galli se atrasou um pouco, pois teve que parar na ligação para reparar o pára-choques traseiro que se encontrava em contacto com o escape. Para a frente saltavam os Focus oficiais, com Latvala a fazer uma excelente recuperação de 14º para 3º. Apesar do calor escaldante que se faz sentir na Turquia, Per-Gunner Andersson teve uma especial muito refrescante. Um violento impacto numa pedra fez disparar o extintor do Suzuki encharcando todo o interior do veículo, piloto e co-piloto. Apesar disto, Andersson efectuou o sexto melhor tempo.

A ronda da manhã terminava com quatro Ford Focus nas quatro primeiras posições. Hirvonen liderava, Latvalla era segundo, Galli subia a terceiro e Hening Solberg era quarto. Loeb era apenas quinto.

À tarde manteve-se o dominio da Ford com várias trocas na liderança entre Hirvonen e Latvala. Galli também ganhava algum tempo tendo começado a ronda vespertina logo com uma vitória. Por seu lado, Loeb descia mais uma posição, para sexto. O segundo Citröen, de Sordo, viu-se relegado para 8º, após o espanhol ter cometido um ligeiro erro que lhe custou danos na suspensão traseira esquerda.

Mas as rochas continuavam a fazer da suas. Hirvonen tinha um buraco nu fundo do carro, causado pelo impacto numa pedra, que deixava entrar muito pó para o habitáculo, o mesmo se passando com Hening Solberg. Per-Gunnar Andersson voltou a ter um encontro imediato com uma pedra. O impacto foi tão violento que o motor do Suzuki se calou por alguns instantes. Já o seu companheiro de equipa Tony Gardemeister foi ainda mais infeliz. numa esquerda, a roda dianteira esquerda bateu com tal violência numa rocha que a força exercida pelo girar repentino do volante deslocou o ombro do piloto da Suzuki! Gardemeister disse que na altura ficou sem sentir o braço mas quando chegou ao final do dia as dores eram já bastante fortes.

Quanto aos lideres, tomaram novamente uma decisão que, na nossa opinião, devia começar a ser penalizada pela FIA. Tanto Hirvopnen como Latvala perderam tempo propositadamente para que Loeb, que tinha já recuperado até terceiro, seja o primeiro na estrada amanhã. Latvala chegou mesmo a parar compeltamente na classificativa. Uma atitude verdadeiramente anti-desportiva da qual a Ford tem vindo a usar e abusar impunemente alterando a verdade desportiva. Já vai sendo altura da marca da oval azul começar a ser penalizada por estas tácticas.

Assim, amanhã Loeb sai em primeiro, na frente de Hening Solberg, Latvala, Hirvonen e Petter Solberg que, após o segundo lugar na Grécia, está a fazer uma prova algo decepcionante.

domingo, 30 de março de 2008

Rali da Argentina - Final


O terceiro e último dia do Rali da Argentina foi o mais curto dos três, com apenas três especiais e um total de 42,67 kms cronometrados mas, nem por isso, foi o mais fácil. As condições atmosféricas incertas alternavam entre o razoável e o muito mau, mesmo dentro da mesma classificativa, o que complicava ainda mais a tarefa dos pilotos. E os pneus duros da Pirelli continuaram a ser alvo de duras críticas por parte dos pilotos. Mas já lá vamos.

A primeira especial do dia, Mina Clavero, ditou o fim do rali para Petter Solberg. O norueguês encontrava-se tranquilamente instalado no segundo lugar quando, a meio da classificativa, o sistema eléctrico do Subaru Impreza simplesmente deixou de funcionar na sua totalidade obrigando Solberg a encostar resignado. Atkinson subia assim a segundo, posição que já tinha ocupado no primeiro dia de prova, enquanto Sordo fechava o pódium. Gardemeister, no Suzuki, continuava a ser vítima de problemas no SX4. A direcção assistida insistia em não funcionar correctamente e o piloto da Suzuki perdeu quase 4 minutos para o vencedor da especial, Latvala.

Na especial seguinte não houve problemas de maior mas tanto Loeb como Atkinson chegaram ao fim visivelmente irritados com os pneus duros. O facto de ter chovido copiosamente nesta classificativa deixou o piso ainda mais enlameado e em mau estado. "Para mim, que tenho uma vantagem confortável, não foi um grande problema" afirmou Loeb, "Mas para quem venha ao ataque é muito complicado. Tem que se rever a regra de um único composto de pneus para todoas as provas senão pode acabar por se tornar perigoso" concluiu o francês. Atkinson afinou pelo mesmo diapasão: "Vocês haviam de ver como estava esta classificativa. Foi de loucos!". Os pneus duros da Pirelli foram criticados durante toda a prova por grande parte dos pilotos. O composto duro não permite que os pneus aqueçam como deviam dificultando a aderência. O facto de não se poder fazer cortes nos mesmo impede igualmente que se melhore a capacidade destes em "escavarem" a lama com as melhorias em tracção que daí adviriam.

O último troço cronometrado do dia foi a super-especial em Córdoba que não trouxe alterações à classificação final. Sebastien Loeb acabou, assim, por ganhar pela quarta vez consecutiva na Argentina, enquanto Chris Atkinson trouxe o Subaru até ao segundo lugar final. A encerrar o pódium esteve o segundo Citroën C4 do espanhol Daniel Sordo. Na quarta posição terminou um surpreendente Conrad Rautenbach, num C4 privado, enquanto Hirvonen limitou as perdas com a quainta posição.

Em termos de tabelas de pilotos e construtores houve algumas mexidas tendo as mesmas ficado assim ordenadas:


  1. Loeb - 30 pontos

  2. Hirvonen - 25 pontos

  3. Atkinson - 22 pontos

  4. Latvala - 16 pontos

  5. Galli - 11 pontos

  6. P. Solberg - 9 pontos

  7. Sordo - 9 pontos

  8. Duval - 5 pontos

  9. Rautenbach - 5 pontos



  1. Ford -44 pontos
  2. Citroën - 41 pontos
  3. Subaru - 33 pontos
  4. Stobart - 22 pontos
  5. Munchies - 10 pontos
  6. Suzuki - 6 pontos


A próxima prova do Mundial é uma estréia absoluta neste campeonato. Trata-se do Rali da Jordânia que se disputa de 24 a 27 de Abril.

sábado, 29 de março de 2008

Rali da Argentina - Dia 2


O segundo dia da prova argentina viu o mau tempo regressar em força, após na tarde de ontem ter havido algumas melhorias. A chuva regressou em força e as especiais ficaram cobertas por uma camada de lama espessa que dificultava sobremaneira a tracção dos carros, principalmente dos que abriam a estrada. Os pneus da Pirelli, iguais para todos mas com mistura dura - mais adequados a ralis "quentes", como o México - têm bastante dificuldade em ganhar temperatura, algo de que todos os pilotos se quixaram. E Loeb, como foi o primeiro a sair para as especiais, quixou-se de ambas. Mas tal nem era preciso.

Desde a primeira especial do dia ficou claro que Loeb iria sentir algumas dificuldades, pelo menos antes das repetições do troços à tarde, e Petter Solberg aproveitou-se disso mesmo para vencer logo a primeira classificativa do dia, trocando de posições com o seu companheiro de equipa, o australiano Chris Atkinson. Solberg continuou a atacar e na terceira especial tinha já 9,1 segundos de avanço sobre o segundo Subaru. Loeb continuava a liderar, com uma vantagem confortável, mas queixava-se da fraca aderência que fazia as rodas escorregarem em demasia.

O piloto local Federico Villagra sofreu um problema com o acelerador quando a mola que faz o pedal regressar à sua posição "de descanso" cedeu. A solução encontrada pelo argentino foi prender o pedal ao pé direito com um cordel e assim continuou em prova... Quem continuou em maré de azar foi Latvalla. O piloto da Ford viu o Focus recusar-se a pegar no início da SS11 devido a uma forte pancada na protecção do cárter ter cortado um cabo que fazia a ligação ao motor de arranque. Latvalla conseguiu resolver o problema mas perdeu 15 minutos e enfrenta agora o perigo de ser excluido da classificação por excesso de penalização. Galli também teve que colocar um ponto final na excelente prova que vinha a fazer após um anormal sobreaquecimento do túnel da transmissão ter derretido um painel de circuitos eléctricos do Ford Focus deixando este sem reparação possível.

Mas, em matéria de azar, a Suzuki é a infeliz vencedora. Após ontem nenhum dos carros ter terminado a prova, ambos regressaram hoje, ao abrigo das regras "super-rally". Per-Gunnar Anderson voltou a ter que abandonar, desta feita com a suspensão partida. Já Tony Gardemeister terminou a manhã em 10º lugar, apesar de ter feito grande parte das especiais só com tracção às rodas posteriores. À tarde o seu calvário continuou, sendo afectado por problemas eléctricos que impediram o normal e correcto funcionamento da direcção assistida e dos comandos da caixa de velocidades terminando o dia em 16º.

A equipa privada Stobart também não teve melhor sorte. Após ontem ter visto Hening Solberg desistir, e Galli hoje ao início da tarde, ficou sem o seu ultimo representante em prova, Matthew Wilson, quando este viu a suspensão do Focus ceder. Decididamente, os troços argentinos não têm perdoado minimamente as máquinas. Talvez por esta razão, Atkinson afirmou no final do dia que amanhã não irá atacar o segundo lugar de Solberg, preferindo obter uma dupla presença dos Subaru Impreza no pódium, algo que já não acontece desde 2003!

Assim, para o último dia Loeb sai novamente na frente, com mais de 1,20 minutos de vantagem sobre Solberg, partindo Atkinson da terceira posição. O quarto é agora Daniel Sordo, no segundo Citroën.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Rali da Argentina - Dia 1


O Rali da Argentina, quarta prova do Mundial deste ano, arrancou hoje sob condições atmosféricas bastante adversas e que não se fizeram rogadas em reclamar vítimas um pouco por todo o pelotão e, quem sabe, influenciaram a tabela classificativa do Mundial... Mas ainda estamos no primeiro dia de prova, pelo que muita coisa pode ainda acontecer.

Quem, definitivamente, "começou" mal o rali foi a Suzuki, mais concretamente, Per-Gunnar Anderson que viu-se forçado a encostar o SX4 à berma com problemas mecânicos... a 4 kms do início da primeira especial.

Durante as duas primeiras especiais as condições atmosféricas foram particularmente agrestes, com muita chuva e nevoeiro. As pistas ficavam rapidamente degradadas com a passagem dos carros pelo que partir na frente era, mais que nunca, uma vantagem. E Hirvonnen provou-o, ao estabelecer, desde logo, o tempo mais rápido. Ao fim da terceira especial leveva já 50 segundos de vantagem para Loeb, segundo classificado. Ainda assim, o francês soava as estopinhas para manter esta posição, especialmente depois de ter efectuado um pião na segunda especial. Loeb admitia que Hirvonnen era inalcançável apesar do francês estar a andar ao máximo que lhe era possível.

Jari-Matti Latvala, no segundo Ford Focus, seguia de perto os lideres, pelo menos até à segunda especial onde bateu num talude, numa esquerda rápida, e capotou, necessitando da ajuda dos espectadores para voltar à pista. O Focus sofreu poucos danos, pouco mais que o pára-brisas partido, mas Latvala perdeu nove minutos e caiu de 2º para 29º. "Eu errei. É a vida" afirmou Latvala. No entanto, o jovem finlandês redimiu-se, em parte, na especial seguinte onde assinou o melhor tempo. E chegávamos assim à assistência a meio do dia. Para as etapas da tarde, Hirvonen partia na liderança com mais de 50 segundos de vantagem sobre Loeb.

Mas com condições tão traiçoeiras errar é fácil. E foi precisamente isso que Hirvonen fez. Logo na SS5, a primeira especial da tarde, o piloto da Ford saiu de pista e embateu violentamente numa pedra, danificando a suspensão do Focus WRC e hipotecando desde logo as suas hipóteses de uma boa classificação. Hening Solberg, também num Ford Focus mas da Stobart, imitou Hirvonen. Com tudo isto, Loeb passava para a liderança, Atkinson subia para segundo e Petter Solberg para 3º. Contudo, o norueguês começou aqui a sentir um problema que viria a traduzir-se num amortecedor partido. E ainda restavam duas classificativas até à assistência. Atrás do Subaru vinha Sordo, com o segundo Citroën. Na sétima especial a diferença entre ambos tinha já caído de 15 segundos para apenas 0,4. No entanto, a persistência de Solberg foi recompensada pois Sordo viu-se forçado a diminuir o ritmo devido a problemas com a direcção sendo, inclusivé, ultrapassado por Galli, que venceu a sétima especial, e que assim ascendeu à quarta posição com o Focus da Stobart. A Suzuki via aqui o seu segundo carro desistir também quando Gardemeister bateu numa rocha que projectou o Suzuki para fora de estrada, caindo dentro de uma vala de onde já não sairia.

Fica apenas a faltar a super-especial mas, antes desta, a classificação via Loeb na frente, seguido pelos Subaru de Atkinson e Solberg, e pelo Focus privado de Galli.

Veremos o que as duras classificativas argentinas, rematadas pelo tempo bastante difícil, vão originar amanhã entre a caravana do Mundial de Ralis.